Um pouco de mim, alguns dos meus sonhos, vários devaneios e muitos delírios.

domingo, 25 de abril de 2010


Sinto o deserto, a área grossa que maltrata os pés, o vento quente que consome a alma.
Percebo que a dor é mais forte do que realmente temia. Talvez por constatar que não é apenas a decepção pelo meu castelo de sonhos ter desmoronado, estraçalhado, só restam caco espalhados pelo chão. Mas o que na verdade significa a importância disso, eram os meus sonhos, eu era eles. Hoje o que sou? Ainda não sei.


Vivo o sepultamento da utopia.
Choro a desilusão, do não amor, do ignorar, da incompreensão.

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