Um pouco de mim, alguns dos meus sonhos, vários devaneios e muitos delírios.

sábado, 30 de outubro de 2010

Um momento que muda tudo!!!!





Estava pensando nas escolhas, elas nos levam pra caminhos que na grande maioria das vezes não prevemos.

Hoje pensando nessas escolhas, veio a mente várias escolhas que somos levados a fazer cotidianamente.

Escolhas sobre fazer o bem ou o que é cômodo, entre viver e passar pela vida.


Bem, a cada dia tenho feito escolhas, umas certas, outras, contudo, não.

Mas há ainda a dádiva de poder construir algo melhor amanhã, que concerteza dependerá da minha escolha de hoje.


Escolho a vida!

Escolho a fé!

Escolho acreditar que algo de muito bom estar reservado pra mim.

Quem venha novembro, com doce e agráveis supresas e Dezembro traga a nobreza do amor!!!!!!!!!!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Uma nova trajetória


Como é estranho os nossos sentimentos...
Acreditamos e até apostamos que queremos muito algo.
Temos medos e receios, dores e temores...
Suportamos situações penosas e medíocres por acreditar ser o melhor que a perca.
Enganoso é o coração humano.
A montanha que tanto temia subir, percebi que não era tão alta e ingrime, nem tão assustadora e difícil, na verdade já tinha uma trilha pronta esperando por mim. É claro que a memória trouxe que a pouco havia atravessado um deserto e percebi que a montanha era apenas um morro.
Só quando começa mesmo a trajetória é que compreendemos que ela há muito se fazia necessária...
E como disse em um texto anterior eu já sabia que deveria levantar e andar porque meu descanso não era aqui, até por que não tinha sombra, nem água fresca, nem a famosa pantufa pra meus pés cansados, mas é difícil abandonar as roupas velhas que pensamos ser confortáveis, mas que estão gastas e puídas.
Lembrei me da cena do filme "O amor acontece", na qual a ave é solta novamente na natureza, a a principio ela não levanta voo...
mas depois se da conta das possibilidades...
Sei que muitas vezes é necessário perder pra depois ganhar...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Sem definição

É claridade e sua própria escuridão;
É luz matinal, e trevas sem nobreza;
É vida e morte no próprio coração;
É amor e ódio sem muita clareza;
É egoísmo e doação;


É um composto de contradição;
Traz em si alguma grandeza?
Seria talvez o germe da sua destruição?

Acredita no perfeito
Se és o todo do imperfeito
Em um ciclo infinito
Ou seria finito?

A nossa Sofia



Quando a lua brilha

E ilumina minha noite

Volto, lembranças de minha trilha

Ainda que as receba com açoites

Quero ver-te sempre...

Tão linda e esplendorosa;

Isso sim, faz meu coração contente

Ter comigo uma pessoa tão maravilhosa.

Agradeço a Deus

Por ter você aqui

Os meus sonhos, os teus...

Como é bom te ver sorrir!

Pena que os instantes

curtos se fazem

Sei que nada é semelhante

Sei que as coisas boas não se desfazem...

você é minha flor

Sou honrado com sua amizade

Dessas sementes nasceu um amor

Sua alegria minha felicidade.

Como posso me calar?

vejo-te entre as coisas mais belas

Para sempre vou te amar

Que bom! isso não é novela!

Da tua face sempre me lembrarei,

O pôr do sol disso se encarregará

Dos seus olhos não esquecerei

Esse carinho, não consigo empressar.

Obrigada pelo poema...

Quando leio enche minha alma vazia...

Oh, sim! Sei que valerá a pena...

Quando olharmos nos olhos da nossa, só nossa, SOFIA...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Eros e Thanatos



Segundo Freud, somos seres de Eros e de Thanatos.
Seres de vida e morte
Seres de pulsão e repouso
Seres de criação e inércia.


Por muito tempo, acreditava que essa teoria pouco se aplicava a minha vida
Uma vez que a força impulsora de vida em mim é muito forte...
Sempre disposição, sempre propondo novas realizações, a paixão por coisas novas, a vida...
Enfim, o thanatos, a negação, a não vontade, a indisposição, a falta de fôlego, a morte... acreditava está um pouco distante.
Ledo engano! Sinto o em forma de tédio, em algumas esquinas sombrias da vida.
Pensando bem, acredito que o thanatos sempre esteve, afinal de contas não consigo, por mais que queira esquecer os reflexos de memória de minha infância e pré-adolescência, na qual a minha frase de cabeceira era: A alegria é um pequeno intervalo da tristeza.
Na adolescência e inicio da juventude, o Eros predominou, povoou meu sonhos de vida, e possibilitou o renascer da primavera, quem sabe seja como Adonis renascendo do mundo ou submundo de Perséfone.
Mas como o próprio mito retrata, há mudança nas estações, até porque Adonis, não pode sempre ficar com sua Afrodite e povoa o mundo com a beleza da primavera e os encantos do amor, é necessário que haja o inverno, que por sinal é minha estação preferida (mais uma vez reflexo do meu (ID) inconsciente), então não apenas somos seres de Eros, mas também de Thanatos!
Confesso, que tento afugentar o tédio, mas ele sempre volta e meia, encontra-me em uma curva ou esquina qualquer.

sábado, 16 de outubro de 2010







ENQUANTO HOUVER VOCÊ DO OUTRO LADO


AQUI DO OUTRO EU CONSIGO ME ORIENTAR.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O que passou... passou...







Como o tempo passa rápido!

Senso comum, em todas as esquinas escutamos algo parecido.

Mas neste exato momento, ele tomou uma dimensão de dor por não controlá-lo.

Muitas vezes não percebos como nossa face muda ao olharmos no espelho.

Muitas vezes não percebos as pessoas que vem e se vão...

Não temos o controle do que perdemos e nem muito menos do que ganhamos...

Apenas mudamos, como tempo, os dias, os meses, os anos... Bem alguns mudam por acreditarem ser melhor outros no entando ficam atrelados as hábitos e práticas que pouco fazem bem a si e a quem se relacionam. Mas é sempre como acreditar naquilo que nos consola...

Mudar é sempre sair da zona de conforto e buscar novos horizontes, é alargas as fronteiras, é olhar pela janela e vem as possibilidades.

Mudar é deixar de olhar a si mesmo como ponto de referencia, mas buscar modelos que podem oferecer algo melhor.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Querendo mudar...



Casa sempre representou o objeto da minha fascinação, lembro que desde criança antes de dormir sempre dava uma olhadinha na casa dos meus sonhos, isso contribuia pra um sono melhor.
Cresci, não muito confesso, e a ideia da casa persisti em meus sonhos, com algumas mudanças na cor, alterações na disposição da mobília, claro, quem não gosta de fazer mudanças na nossa casa as vezes? arrastar os moveis de lugar, tirar a poeira dos cantinhos mais difíceis...
Por um tempo, com a vida corrida, alguns sonhos se perderam, o da casa não, mas acredito que ela ficou muito tempo sozinha, abandonada e com mofo.
Ultimamente tenho cada vez mais vontade de fugir pra lá e tenho feito varias reformas...
Ah, na casa dos meus sonhos acho que as vezes é bom ficar só...
Talvez apareça alguém que goste de dividir sonhos e quem sabe eu ofereça um quarto por lá, mas definitivamente não será o mesmo que o meu.

Por que a verdade dói mesmo sendo verdade?

Por que ficamos confusos quando o objeto da nossa paixão, ou qualquer coisa que rime com obsessão, retrai e diz não saber bem o que quer?

Por que não conseguimos muitas vezes dizer basta em situações que nos ferem?

Por que não evitamos que palavras nos machuque?

Por que persistimos quando o outro que queremos perto não ver futuro?

Por que preocupamos com o futuro, se queremos mesmo é só esse momento?


São tantos porquês, mas fico feliz, porque a dúvida e o questionamento movem o homem!

O que seria de nós se só houvesse certezas?

Enfim, acho que é mesmo preciso diversos questionamentos pra nos fazer andar e tirar quem sabe da circunstância de inercia, mas que incomoda que muitas vezes nos encontramos.


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Função do SE e do PORQUE...


Se...


Se vou, se ainda permaneço mais um pouco...

Se vale a pena dá uma nova chance

Se é melhor mesmo seguir em frente

Se tem futuro

Se eu quero que tenha futuro

Se é isso mesmo que quero.


Uma serie de porquês


O que eu quero?

Porque estou?

Porque continuo a está?

Porque não dou um basta?

Porque não jogo tudo pro alto?

Porque permito certas situações?


Alguns SE e PORQUÊS já tenho respostas, outros ainda não...



sábado, 9 de outubro de 2010




Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Sem muita inspiração



Gosto muito de escrever, apesar de não fazer essa arte com destreza ou mesmo bem, apenas é para mim como um processo de introspecção e auto-analise.


Gosto quando paro para refletir e analisar o que sinto e penso.


Gosto de reler e perceber as mudanças que ocorrem na minha percepção com o tempo.


Sempre penso na proposição filosófica de conhecer a ti mesmo... funciona como um processo de busca pelo conhecimento, confesso que não é único feito por mim, mas é talvez um dos mais eficientes.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vou ali tomar um banho...


Na casa dos meus sonhos a sala de banho ocupa um local de destaque

Ela é decorada com o maior cuidado, sempre clara, espaçosa e uma decoração bonita, porém funcional.

Nela se encontra uma banheira, cuidadosamente colocada,

Não posso deixar de mencionar o local do box, de vidro transparente e um chuveiro com um ducha enorme. Se bem que com o meu tamanho, não precisa de grande esforço pra uma banheira ser grande ou ainda uma ducha.

Isso tudo porque adoro um bom banho, óbvio que quente, caso contrário, não sei se seria tão apaixonada por ele.

Gosto do contato da água na minha pele nua

Gosto do som dela caindo em minhas costas

Gosto do cheiro que evapora de minha pele em contato com a água quente

Gosto da sensação provocada pela espuma quando o sabão desliza por meu corpo

Além disso tudo, tenho memórias maravilhosas que foram construídas durante o banho....

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Filhotes de amor








Nosso amor é como um animalzinho novo
Conto a você logo o porque.
Quer afago, colo e aconchego,
Mas também brinca, corre se esconde.

Sabe aquela parte de não saber ainda o que pode fazer na casa em que vive
Mas ainda assim tenta, brinca, morde e até late
Mas logo corre para os braços do seu dono, fogoso,
Até parece mesmo gatinho manhoso.

Dorme sono solto,
Mas desperta com os menores ruídos dos passos mal pisados no assoalho da casa.
Assusta- se com o barulho do vento forte na janela
Com os trovões na madrugada e a chuva forte na sacada

Mas o que tudo isso tem haver?
Explico já o porque:
Nosso amor ainda é novo, mas é o mesmo e velho amor:
Temos medos e receios
Assustamos-nos com a reposta que não é aquela esperada

Corremos e nos escondemos atrás da nossa própria muralha
Isso tudo porque não entendemos o que sentimos e o que o outro sente
Vêem as velhas recordações do passado que nos assustam
Como bons e ótimos filhotes, esperamos pelos braços de alguém nas noites frias e de tempestades que assolam a janela.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nosso plural



Sentimentos mais que palavras mais que simples mementos
É vida, movimento cíclico, sinuoso
É como um espaço eternizado no tempo que passou em poucos minutos.
É a arte abstrata que representa o universo harmonioso.

É você que chega de mansinho
É tua voz carregada de carinho.
É teu olhar de ternura
É teu toque que traz mais que doçura.

É o amor que nos envolve
Que até mesmo a dor resolve.
É seu movimento musical que a tudo comove.

Eu/você
Meu/teu
Particular/plural
Meu mundo/teu universo.
julho de 2007