Um pouco de mim, alguns dos meus sonhos, vários devaneios e muitos delírios.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Aos amigos



Tenho amigos de vários tipos...
Tamanhos, pesos e diferentes medidas...
Mas não é a forma física em que se apresentam que os fazem serem de diferentes tipos...
Tenho amigos loucos,
Amigos neuróticos
Amigos até um pouco paranóicos
Tenho amigos filósofos
Amigos poetas
Amigos pintores
Amigos escritores
E amigos músicos...

Mas o mais interessante dos meus amigos são as particularidades!
Tenho um: que chamo minha alma na forma de homem, sei que sou sua outra alma em forma de mulher. Este é filósofo da caatinga, amante do sertão, de um bom vinho, das noites ao luar ao som do seu velho violão.

Tem outro: Que trouxe a minha vida a loucura carregada de ternura, traz alegria aos meus olhos e doçura as minhas palavras. Enquanto houver musica estaremos unidos!

Tem aquele amado que ensinou me que carinho não se agradece, retribui.

Há ainda elas:
A louca alegria que se veste de menina, mas com alma de mulher! Conheço seus humores e amores, paixão e dissabores pelo que faz com o olhar!
A terna amiga, iluminada é seu nome! O que vem a minha alma quando penso em você: AMOR
Ah, não posso deixar de lembrar da amiga humana, sensível, e essencialmente HUMANA!
Tem a amiga irmã, e o que posso dela dizer? Amo-a na mais intensa dimensão do amor!
Amiga terapeuta, psicóloga, companheira, simplesmente amiga.
Amiga que faz de você um ser humano melhor, apenas com o sorriso!
E por fim a amizade que todos merecem ter: que por mais tempestades venham contra a amizade, ela foi firmada não em um botequim, mas na rocha e regada com um dos mais nobres sentimentos: LEALDADE!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

As vezes...

As vezes refém de mim mesma!
As vezes minha própria algoz!
As vezes minha heroina!
As vezes minha própria vilã!
As vezes minha nostaugia!
As vezes meus próprios desvaneios!
As vezes sombra!
As vezes minha propria claridade!
As vezes própria esperança!
As vezes deseperança!
As vezes minha propria musica!
As vezes... as vezes... as vezes!

Hoje!?

Hoje? Melancolia!
Hoje? Absimo de mim mesmo!
Hoje? O não, o anti a contradição!
Hoje? Tristeza, que não tem fim! Possivelmente?
Hoje? Alegria velada, escondida, oculta, que nem mesmo sei onde se escondeu!
Hoje? A minha espera...
Hoje? Finito!
Hoje? Logo termina!

domingo, 12 de dezembro de 2010

POESIA DE UM AMIGO



Um grande amigo meu, enviou-me essa poesia e autorizou a posta-la aqui...



À sombra de meu velho violão me refugio da luz artificial que me cega a poesia.
Num mundo estranho onde tudo é estranho a mim, fico sem saber como agir.
A sordidez das máscaras que me obrigam a usar já apodrece meu rosto. A sinceridade é um passaporte para o deserto.
Sou um homem do deserto. Sou profundo demais para os que têm pulmões fracos. Sou escuro, sombrio... labirinto. Tenho um dragão de sete cabeças lá dentro. Ali mora meu mais precioso eu. De lá meu eu dança. Meu dragão é o meu lado mais frágil, meu eu-menino é meu lado mais forte.
Um buraco negro.
Espada em punho e um coração vazio como os olhos de uma caveira.
Se corro, voo ou desapareço, sempre vejo a mesma paisagem morta. Pessimista, eu? Pessimismo é o meu lado mais otimista. Eu sou o toque lúgubre de minha flauta. Eu me tornei Lá Menor ao dedilhar meu violão olhando para o céu fosco e silente de minha Terra clamando por respostas.
Eu.
Meus livros, pobres vícios... Companheiros inúteis. Dependência de símbolos alfabéticos que se amontoam e formam cálices que bebo, que me bebem, que me fazem mais e mais frio, monstro, visagem, berrador, lobisomem, coruja, predador, menino-que-pensa-em-forma-de-fogo-e-lava-de-vulcão, que respira furacões e expira terremotos e que sorri fazendo estrelas se tornarem anãs brancas.
Eu sou um autofágico. Eu sou feito de antimatéria. Eu sou um antiarquiteto.

Rovilson Ribeiro

Vitória da Conquista, 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"Deus! como a arte é longa
E tão breve é a vida!
E de estudar na lida
Peito e cabeça me doem.
O meu sofrer prolonga!
Bem duros os caminhos que nos dão subida
Para as fecundas fontes do saber eterno,
Sem nunca atingir a meta apetecida!"(Fausto de Goethe)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Um pouco de malemolência


A idéia do blog nasceu em 2008, o nome vem de um livro que gosto muito, escrito por C.S. Lewis, sendo o plano original apresenta a estória de Aralis e Gael, personagens que ganharam vida em minha cabeça, com uma personalidade peculiar e um enredo marcante, bem pelo menos pra mim...rs, mas acabou que abandonei o blog com o mesmo nome e fiz esse, e deixe eles (personagens) de lado. Acabou que postei texto de cunho pessoal, poesias inspirada em amigos e não amigos...rs.

Na verdade essa uma explicação pra uma pessoa que perguntou me o porque do nome... enfim. Qualquer dia desses dou vasão a esse sonho de um romance, mas neste momento o que menos tenho é tempo pra o lazer, preciso estudar e apesar da vontade, a disposição tem sido pequena. Mas a questão agora é o que preciso e não o que quero.


sábado, 4 de dezembro de 2010

REFLEXÃO...




Reflexão é um momento de voltar a si mesmo, de retorno a si, é quando o processo de pensar volta inteiramente para si.






Uma professor amigo disse me hoje algo interessante, que a vida é o devir, é essa constante mudança que a altera a tudo e a todos, é a perenidade da vida e a perenidade das pessoas. Lembrei-me do Nietzsche quando afirma: "torna-te quem tu és"



Os fenómenos se repetem, sei, mas, não se repete o mesmo fenómeno.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Um pouco de SILÊNCIO!!!!!!!!!

Sem inspiração para escrever... se é que tenho em algum momento...
Mas como escrevemos de certo modo o que sentimos ou desejamos...
Acho que sinto o silêncio...
O silencio da minha alma que está saindo do repouso...
O silencio dos meus dias tranquilos...
O toque rítmico do meu coração que musifica meu silêncio...
Os meus dedos nas teclas que quebra um pouco do silencio...
O ar que entra e sai dos meus pulmões lembrando me do chamado da vida...
E porque estou eu aqui acreditando que estou em silencio...
O silêncio não é externo... é interno, é da minha alma...
Ela se aquietou, se acalmou e espera, tão somente aguarda.
Como aquela música do Zeca, calma alma minha, eu digo calma, você tem muito que aprender.
eu disse tanto isso nos últimos dias que a calma veio, a paz e a serenidade se estabeleceu, mas não é mera força minha apenas, é por acreditar nas promessas do meu Deus, então eu descanso e confio no Senhor, tão somente confio que o melhor está chegando.