
Tentando escrever minha monografia sobre responsabilidade civil do médico esteta, mas por ironia só vem a minha mente assuntos outros...
Vou tentar colocá-los pra fora e assim esvaziar a minha mente pra que reflita sobre o tema jurídico.
E o que estou eu a divagar agora é a cerca da responsabilidade dos atos, se existe destino ou não... enfim. E volta a minha mente o mito de Ariadne, é tão comum mulheres serem abandonadas por seus amores no período mais frágil da vida, a gestação. E o pior que esses homens "heróis" não tem sua imagem maculada pela não responsabilização dos seus atos, por fugirem em momentos difíceis, sendo assim, é mais fácil a fulga, a omissão, desde Adão sempre foi assim, porque agora seria diferente?
Ariadne que auxiliou Teseu a sair do labirínto, guiado na verdade pelo amor, cuidado, atenção por meio de um fio, que possibilitou o nome desse herói ser imortalizado. Mas a característica masculina da transitoriedade dos fatos, da não gratidão pelo vivido, a facilidade de pular as dificuldades, enfim; fulga, o leva a abandoná-la grávida na ilha de Naxos.
Qual a mulher que nunca ouvir algo parecido? quem nunca ouviu falar de uma história similar? Na verdade todos nós em um momento ou outro ouvimos.
O grande problema é que muitas vezes valoramos mais o topo do que o processo pra se chegar lá, só chegamos a lugares altos, evidentemente subindo, escalando e é claro, é um processo muitas vezes doloroso.
Lembrei me do filme: Em busca da Felicidade; com Will Smith, levando a refletir que o nosso futuro é construido com sonhos, mas esses só se tornam reais, regados com suor, lagrimas, dedicação e acreditar sempre!
Uma ótima tarde a todos e fica a esperança da inspiração para escrever temáticas jurídicas.
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